Meu caminho até chegar à tradução foi um tanto sinuoso. Ao concluir o ensino médio técnico, fui trabalhar num banco como analista de sistemas. Emprego temporário, pensei, para pagar o cursinho. E acabei ficando na área por oito anos.


Na faculdade de jornalismo, as disciplinas de ciências da linguagem me cativaram mais do que a prática em si. Pensar na produção de sentido e na (des)construção de discursos é algo que me apaixona. E tradução tem tudo a ver com isso – como eu viria a descobrir mais tarde.


Abandonar a área de TI não foi uma decisão fácil, mas a necessidade de mudança se impôs com urgência. Durante dois anos, dei aulas de inglês em escolas e empresas. Foi quando surgiram as primeiras traduções. Tomei tanto gosto pela coisa que resolvi mergulhar de cabeça na nova profissão.


Hoje, além de atender os clientes da Sem Fronteiras, traduzo livros de não-ficção para editoras, nas áreas de comunicação, história, cinema e outras.


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Janaína Marcoantonio

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